segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Crônicas de Drunmon parte 7 - Whiterun + aviso sobre falta de capítulos

Eu posei na casa de Faendal essa noite, mas não tinha opção, era a casa dele ou a rua. Quando acordei percebi que todos já tinham saído da casa, acho que esses aí acordam com as galinhas. Eu levantei da cama e arrumei-a, pois devo aderir bons modos sabendo que não estou na minha casa, depois juntei minhas coisas e saí pela porta. Eu vi Faendal do lado de fora da casa cortando lenha. "Já esta acordado, Drunmon? Bom dia" cumprimentou o elfo. "Estou partindo. Vou para Whiterun" respondi. "Desse jeito? O caminho até lá tem muitos lobos. Esta querendo contrair junta empedrada?" avisou Faendal. "Eu não tenho nada para vestir" respondi. "Não tem problema, eu posso lhe dar minha armadura reserva, é de couro, mas é melhor que nada" ofereceu. Entramos de volta na casa dele e ele tirou do baú uma manopla, um par de botas e um peitoral de couro e me mandou vestir. Eu agradeci "obrigado pela sua ajuda. Vou indo embora". "espera, leva isso também" disse o elfo enquanto me entregava um arco, dessa vez mais curvo e mais preciso, dez flechas e uma espada metálica. Agradeci novamente e tomei meu rumo

Quando estava no caminho de sair da vila acabei encontrando Talline entrando pelo portão com um cadáver de um coelho na mão. "Bom dia, Drunmon. Já temos almoço" ela falou. "Não vou ficar pro almoço" respondi. "Mas... mas onde você vai?" perguntou. "Vou pra Whiterun" respondi. "Ah! Então fique mais um pouco, depois do almoço eu vou pra lá também então poderíamos ir juntos" ela falou empolgada. Fiz um sinal de positivo com a cabeça, mas acho que não soou nada amigável.

Comecei a pensar na minha situação. Passei toda minha vida sozinho, caçando meu próprio alimento em florestas e desertos, nunca vivi de outra forma desde que um incidente em Hammerfell causou a morte da minha família, e hoje eu olho pra mim mesmo e me vejo limpo, de barriga cheia, protegido e o mais intrigante: vivendo com pessoas que me querem bem. Olho pra frente e vejo Talline e Faendal me chamando pra almoçar em frente a uma fogueira próximo ao lago. Não consigo conter a felicidade e dentro de vários anos sorrio pela primeira vez.

"A comida estava deliciosa, Talline. Venha mais vezes aqui pro almoço" disse Faendal. "Sabia, só gosta de me ver aqui quando é pra fazer comida" ela respondeu rindo e Faendal riu também. A bretã percebeu que eu não ri junto e falou "Drunmon, porque você é tão quieto e sério?". "D... desculpa. Eu sou desse jeito" respondi. "Não precisa se desculpar, mas tente descontrair mais" o elfo respondeu. "Vou tentar" eu respondi de uma maneira bem seca e os dois ficaram me encarando, e então começaram a rir de novo. Eu sinceramente não entendo como eles ficam rindo a toa sem nem ao menos estarem bêbados. Depois disso eu e Talline partimos em direção a Whiterun.

Encontramos um lobo no caminho, mas não foi nada demais, eu atirei uma flecha nele e ele caiu. Após um tempo de caminhada chegamos no território de Whiterun, tinha alguns estábulos e algumas fazendas na parte de fora das muralhas, na entrada tinha alguns guardas a postos em pequenas guaritas de madeira e dois a postos no portão principal da cidade, fui me adentrando até que um dos guardas me parou. "Alto! A cidade esta fechada por causa do ataque do dragão em Helgen" ele falou com uma voz meio rouca. "Justamente por isso estamos aqui, precisamos falar com o Jarl a respeito disso" Talline respondeu. O guarda olhou para o outro que estava do outro lado do portão de braços cruzados, ele fez um sinal de positivo com a cabeça. O guarda virou para nós de novo e falou "Certo. Entrem, mas estamos de olho", e entramos.

Era uma cidade bonita até. Era grande e aparentemente segura, logo na entrada tinha uma forja um tanto quanto... incomun, porque quem aparentemente a gerenciava era uma mulher, coisa rara nos tempos de hoje. "Você conhece esse lugar?" perguntei pra bretã. "Sim, já morei aqui por um tempo. Até me mudar pra Windhelm junto com os rebeldes - ela respondeu - tá vendo ali em cima da colina? Aquele castelo? Ali é Dragonsreach. Lá que estamos indo". Apenas concordei com a cabeça.

Passamos por uma area comercial, aquele parecia ser o centro da cidade. Haviam barracas de comerciantes e alguma lojas fixas. Com o ouro que achei jogado naquela torre de Helgen talvez eu consiga comprar alguma coisa, talvez uma espada nova. Subimos algumas escadas e chegamos numa praça com uma arvore ao meio, podia-se ouvir um crente do deus nórdico Talos berrando, ele falava alguma coisa sobre opressão, mas não demos atenção. Era uma cidade um tanto quanto barulhenta pro meu gosto, eu fico imaginando se todas as províncias de Skyrim são assim.

Chegamos no castelo do Jarl, tinham 3 guardas no topo da colina de onde ele era localizado, dois estacionários na frente da porta e um que ficava andando ao redor, não era uma segurança tão forte, mas deveria servir se algum grupo bandidos invadisse. Nós entramos no castelo e os guardas que ali estavam não falaram nada, talvez os outros guardas que nos receberam na entrada de Whiterun já haviam informado todos sobre nós.

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Galera, queria me desculpar pela falta de atualização aqui no blog, últimamente tenho estado muito ocupado com a escola e com o trabalho, porém agora entrei em férias na escola e tô ocupado só com o trabalho, mesmo assim tô com mais tempo pra escrever a estória de Drunmon. Talvez eu consiga postar duas ou três partes por semana durante esse verão.

E também queria pedir um favor pra você que acompanha a história, comenta aí pra me dar um apoio, me de um feedback, caso voce queira fazer uma crítica, dar uma opinião ou me xingar os comentários tão aí pra isso!

Era só isso, até.

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